Qual a repercursão na sua vida?

 

Assunto atualmente em evidência, os transtornos alimentares geram polêmicas, dúvidas, questionamentos e julgamentos.

 

Muitos acreditam serem eles uma forma de recompensa ou uma tentativa de compensação, porém, o assunto vai muito além do comer desenfreadamente ou do não comer quase nada.

 

A ligação entre a parte emocional e psicológica e a forma como se lida com os alimentos é muito íntima.

 

No mundo contemporâneo vivemos sob constante pressão, ansiedade e estresse e é na comida que as pessoas tendem a canalizar suas emoções, seja em momentos de desespero ou de felicidade.

 

A comida tem sido utilizada como fuga e como recompensa pela maioria das pessoas e qualquer coisa é um bom motivo para comer: se há comemorações, a comida faz parte do ato celebrar e se há uma decepção, a comida torna-se o afago e uma forma de acalmar a dor.

 

Atualmente, mais da metade da população adulta de países desenvolvidos apresenta sobrepeso, observando-se uma crescente demanda por alimentos “junks”, ou seja, os processados, gordurosos e ricos em realçadores de sabor, conservantes e produtos químicos, substâncias estas nocivas ao corpo, e também, a parte emocional e psicológica.

 

Concomitantemente a esse aumento da obesidade, observou-se, também, o aumento de distúrbios alimentares, seja através de severas restrições alimentares preconizadas por dietas “milagrosas” e da paranoia pela busca incessante de um corpo perfeito.

 

Grande parte dos transtornos está relacionada a um quadro da ansiedade, muitas vezes, proveniente de uma outra condição psiquiátrica, tal como depressão, psicose, transtorno de desenvolvimento e outros.

Esses transtornos são mais frequentemente observados em mulheres adolescentes ou jovens adultas, afetando 3,2% desta população entre 18 e 30 anos.

 

A ansiedade, caracterizada como um sentimento vago e desagradável de medo e apreensão e sintomas de tensão e desconforto, pode ser subdividida em diversas categorias, como o transtorno de ansiedade generalizada, fobia social, fobias específicas ou transtorno de estresse pós traumático.

É conhecida como uma emoção gerada pela antecipação de algo de difícil previsão e controle, podendo ser desencadeada por punições ou privações.

Muitos estudos já demonstram que a ansiedade e depressão estão estritamente relacionadas, podendo uma ser caracterizada como sintoma da outra.

 

Os transtornos de ansiedade podem se iniciar na infância, quando a relação entre pais e filhos é de fundamental imporância. Tomemos como exemplo uma mãe depressiva que provendo seu filho somente de suas necessidades fisiológicos, sem atender as emocionais, gera no bebê um constante quadro de ansiedade, por sua própria incapacidade de expressar tais necessidades.

Igualmente, crianças que vivem em lares de casais conflituosos alimentam estados de constante ansiedade, apreensão e medo.

A sensação de desamparo é gerada desde o nascimento, podendo ser acentuada ou amenizada com a influência e participação dos pais.

 

 

E qual seria a relação da comida com estes fatores?

O “alimentar-se” vai além do ato de “ingerir um alimento”, possuindo relações estreitas com fatores ambientais e psicossociais, tais como a seleção e a decisão do que consumir e como consumir. Assim, os hábitos alimentares se tornam componentes essenciais de uma vida saudável e equilibrada para prevenção de doenças e bem estar.

 

Algumas perturbações alimentares podem ser desencadeadas devido a episódios de restrição alimentar, prática excessiva de atividade física ou aspectos fisiológicos, derivados de alterações químicas no nosso metabolismo.

 

No nosso cérebro, existem áreas responsáveis pelo foco, julgamento, impulso, motivação e culpa. Cada um desses sentimentos é controlado por uma área do cérebro, como por exemplo o córtex pré frontal, que é o responsável pelo foco, julgamento e controle, ou o sistema límbico, que tem relação com memória emocional e crises comportamentais

 

No sistema nervoso central, importantes neurotransmissores atuam como mensageiros químicos para controlar a produção hormonal.

Pessoas com depressão ou transtornos psiquiátricos apresentam um desequilíbrio na produção de serotonina e noradrenalina, dois desses neurotransmissores, tornando a relação de distúrbios mentais com distúrbios alimentares cada vez mais direta, originando ataques de compulsão alimentar, anorexia ou bulimia.

 

Outros destes neurotransmissores são a Dopamina, ligada a motivação e satisfação; GABA, um neurotransmissor inibitório que auxilia no relaxamento do cérebro; a Endorfina, responsável pela sensação de prazer.

Quando todos estes mensageiros estão balanceados, a pessoa se sente orientada e focada o suficiente, não estando sujeita a crises de ansiedade, depressão ou perda de motivação.

 

Porém, pequenos fatores do dia a dia levam a um desequilíbrio destes, seja por episódios pontuais ou traumas já vividos a longo prazo e que ainda não foram tratados.

 

 

No entanto, alguns fatores, sejam estes episódios pontuais ou traumas ainda não tratados, podem gerar um desequilíbrio. As crises podem, também, ser desencadeadas por episódios traumáticos, como a perda de um ente querido, acidentes ou por uma separação, que podem levar à inatividade de uma das partes do cérebro e ao estímulo de outras. Tal descompensação dos neurotransmissores é responsável pelas crises de ansiedade e depressão.

 

É muito comum que na na fase da adolescência os jovens se queixem de ansiedade e preocupações, devido a provas, empregos ou relacionamentos, sendo essa a faixa etária mais atingida com transtornos de ansiedade e distúrbios alimentares.

 

O Transtorno de Compulsão Alimentar Periódica (TCAP) é um episódio de comilança excessiva, caracterizada pelo consumo de grandes quantidades em curto intervalo de tempo, com a sensação de perda de controle em busca de uma compensação inadequada.

Durante o episódio de compulsão alimentar, essa falta de controle faz com que o indivíduo coma mesmo sem fome, enormes quantidades de comida, levando a um desconforto físico e sentimentos de mal estar, angústia, depressão, vergonha e repulsa de si mesmo.

 

Segundo alguns autores, o comedor compulsivo abrange duas categorias: o subjetivo – sensação de perda de controle; e o objetivo – quantidade excessiva do consumo alimentar.

O TCAP abrange de 1,5 a 5% e em indivíduos obesos, esse número pode variar de 7,5 a 30%.

Grande parte dos comedores compulsivos apresenta sobrepeso ou obesidade, tornando-se propensos a ganhar mais peso e desenvolver diversas patologias, tal como aumento do colesterol, hipertensão e diabetes.

Esta parcela da população, tende a ser mais preocupada com peso e dietas e passam mais tempo de sua vida tentando emagrecer, o que gera o transtorno de ansiedade e depressão pela frustração de muitas vezes não atingir o seu objetivo.

 

Pessoas com transtornos de humor, depressão e aquelas que muito preocupadas com a imagem, corpo e forma também são propensas a desencadear o TCAP, pois vivem preocupadas com números, espelho e imagem corporal.

 

 

O que fazer?

Para este tipo de paciente, o mais importante é que não haja alimentos proibidos e restrições severas.

 

Nossa cabeça lida de forma inversa com a negação, portanto, quanto mais proibimos e restringimos, mais estimulados nos sentimos a consumir determinado alimento.

 

Quanto mais falamos “não” a nosso cérebro, mais entendemos “sim” e é por isso que não deve-se restringir nada a pacientes com este tipo de transtorno.

 

Toda a alimentação deve ser tratada de uma forma leve e natural, sem que haja a sensação de prisão, monotonia ou punição, pois isso pode despertar ainda mais a ansiedade e causar fissuras e desejos incontroláveis.

 

É necessário que se conduza um trabalho psicológico em conjunto com a rotina alimentar e a rotina diária. As atividades físicas, além de auxiliar na regulação dos hormônios, propiciam uma sensação de prazer e bem estar.

Os alimentos podem ajudar a acalmar anseios, relaxar e dar um afago a alma.

Além do mais o tratamento emocional, no qual a conversa e a compreensão de razões subjacentes conduzem a uma melhora das relações afetivas pessoais e alimentares, torna- se fundamental na prevenção e no tratamento do transtorno.

 

Equilibrar os mensageiros químicos citados acima são de extrema importância.

Quando temos baixa produção de dopamina, nos sentimos desmotivados, sem energia e com perda de concentração, o que dificulta nossa “performance” na atividade física, no trabalho ou nos estudos. Refeições ricas em proteínas e atividades físicas intensas auxiliam a melhorar seus níveis.

 

A falta de serotonina no corpo pode levar a depressão e gerar mais ansiedade e crises compulsivas. A melhor forma de aumentar sua produção é através de exercícios, com a consequente liberação de L-triptofano, o precursor deste mensageiro químico.

 

A baixa produção de GABA leva à ansiedade, podendo desencadear outros transtornos psiquiátricos. Sua pequena concentração no organismo pode levar à perda de controle e a transtornos de humor. O chá verde, alimento rico em         L-teanina, composto que aumenta a produção do GABA, pode ser um importante auxiliar nas atividades mentais que exigem concentração.

 

A endorfina, também conhecida como morfina natural, é o neurotransmissor ligado à diminuição de dor e à sensação de prazer.

 

A solução para reduzir ataques de ansiedade, compulsão alimentar e outros transtornos é manter o cérebro em equilíbrio, levando-se em consideração os fatores químicos, uma alimentação saudável uma rotina de atividades físicas.

 

De acordo com a fome e vontade da pessoa, faz-se necessário que esta consuma pequenas refeições ao longo do dia.

 

O jejum prolongado pode gerar maior ansiedade e excessos. Ao passar muitas horas sem se alimentar, a pessoa se sente privada e começa a sentir fome, fazendo com que chegue a próxima refeição com um apetite muito maior do que deveria e comendo muito mais do que o necessário.

 

É importante mensurar se devemos fracionar o dia com lanches intermediários, sempre levando em conta o horário do dia, de forma a balancear os hormônios, vontade da pessoal e rotina. É necessário que seja algo viável e simples, onde o indivíduo em questão consiga se alimentar com praticidade e ao mesmo tempo prazer, não somente comendo por comer, mas de forma a se nutrir e alimentar a alma.

 

Essa divisão de refeições, no entanto pode levar a pessoa a sentir-se mais “presa” à hora de comer, criando um vínculo com o relógio, gerando expectativas e, assim, mais ansiedade. Precisamos avaliar o perfil de cada indivíduo e procurar entender suas necessidades: comer pouco e várias vezes sem pressão e dependências, ou comer porções maiores poucas vezes ao dia, respeitando a qualidade e a quantidade estipulada.

Acredito que a fome deva ser respeitada. Comer sem fome acaba sendo um desrespeito ao corpo e à mente, mas em alguns casos se faz necessário para evitar ataques ainda maiores a alimentos não “permitidos”, ou seja, junks.

 

Os hormônios devem estar sempre em dia e existem três deles que merecem muita atenção: a insulina, leptina e grelina.

 

A Insulina é produzida pelo pâncreas e é conhecida como “hormônio de armazenamento ou estoque”. É a responsável pela redução da glicemia, para que a glicose possa entrar nas células, carregando também nutrientes pela corrente sanguínea. Quando há um aumento excessivo de insulina, ou seja, o consumo maior do que o necessário, o seu estoque se eleva e a queima de gordura corporal é inibida, acumulando-se em forma de gordura. Para mantê-la sempre adequada, o ideal é que se consuma sempre carboidratos complexos e integrais, evitando ao máximo o consumo de produtos refinados, tais como farinha branca, açúcar, arroz e massas brancas. O carboidrato proveniente de pães, massas e raízes deve ser consumido com moderação ao longo do dia, não sendo necessário em todas as refeições. Podemos dar espaço a outros carboidratos de baixa densidade como vegetais e legumes, como brócolis, abobrinha, couve flor e cenouras. Por possuírem mais fibras, eles aumentam a sensação de saciedade, melhoram o funcionamento intestinal e reduzem os níveis de glicose na corrente sanguínea.

 

A Leptina, produzida pelas nossas células adipócitas – as células de gordura – envia ao corpo o sinal de que está satisfeito e de que não é necessário mais comida. Tem total ligação com o controle do apetite. Pessoas com baixos níveis deste hormônio, tendem a acumular mais gordura, pois não enviam sinais de saciedade ao cérebro e assim acabam comendo muito mais do que o necessário. Sua concentração no corpo está relacionada a quantidade de massa corporal que se tem – quanto mais massa corporal magra, maior a quantidade de leptina – por isso obesos sentem mais fome e necessitam de mais comida.

Jejum prolongado, exercício intenso, privação de sono e maus hábitos como fumo e alcoolismo podem diminuir os níveis de leptina, tendendo a criar maiores episódios do comer compulsivo, muitas vezes com a opção por doces.

 

É possível que se crie uma resistência crônica a leptina, o que levará com que seus níveis estejam sempre baixos, desencadeando mais crises compulsivas.

Esses casos se dão principalmente em indivíduos com sobrepeso ou obesidade, pois não tem uma resposta tão efetiva a este hormônio.

 

Por fim, a Grelina, um hormônio secretado pelo estômago, é responsável pelo sinal da mensagem de se estar com fome. Manter seus níveis baixos é importante para manutenção do peso e controle do apetite. Toda vez que nos alimentamos, a secreção de grelina diminui e a sensação de fome passa.

Os níveis deste hormônios são influenciados por mudanças do estado nutricional, sendo elevados em distúrbios de anorexia e mais baixos no caso de obesos, o que não caracteriza a perda de apetite devido a impulsos nervosos e ansiedade.

O jejum prolongado também aumenta sua concentração, razão pela qual pequenas refeições podem ser vantajosas. Refeições com boas quantidades de carboidratos também podem diminuir esses níveis, enquanto refeições ricas em proteínas animais e gorduras, aumentam-nos significativamente.

 

 

 

A melhor maneira de lidar com esses hormônios e a ansiedade é tratar o paciente de forma muito individual.

Cada pessoa possui uma necessidade específica e é necessário que ela seja escutada, levando-se em conta todos os fatores e todas suas necessidades emocionais e fisiológicas.

 

Como cuidar do seu cérebro?

Tudo que ingerimos através da alimentação será utilizado a favor ou contra nós.

Alimentos saudáveis e comida in natura, como frutas, legumes e hortaliças terão um efeito positivo quando consumidos com frequência e sabedoria. Já alimentos processados, ricos em corantes e conservantes, terão efeito negativo e mais ainda, efeito viciantes.

 

Já ouviu dizer que o açúcar possui o mesmo efeito da cocaína? Pois é. O açúcar refinado leva a repercurssões terríveis no sistema nervoso central, onde causa dependência, destrói células cerebrais e gera desequilíbrios hormonais, aumentando inflamações e mais ainda o craving por doces e junk foods. Quanto mais consumimos, mais queremos consumir e isso se torna um ciclo vicioso.

O açúcar tem, também, o poder de diminuir a função cognitiva e assim levar à perda de algumas referências, tornando-nos mais lentos e fazendo com que haja a perda de funções motoras ao longo do tempo.

 

Aquela frase do que “Voce é o que você come” se encaixa perfeitamente neste caso. Quanto mais açúcar comemos, mais doce ficamos e assim, mais doce queremos…

 

Esse é de fato um alimento que deve ser abolido da alimentação, pois desperta a ansiedade e ataques compulsivos.

Devemos dar espaço a doces naturais, provenientes de frutas, que também devem ser consumidas com moderação, ou substituídos por açúcares menos nocivos, como o demerara ou açúcar de coco. Opções naturais podem ser o mel, melado e a própria rapadura, que não sofrem interferência da natureza, a não ser o processo de embalagem.

 

As gorduras devem entrar na alimentação com força total. Elas são as responsáveis pela formação da bainha de mielina, que é a protetora dos nossos neurônios, e assim o nosso cérebro se torna praticamente escravo delas. Quanto menos mielina temos, menor é nossa função cognitiva, podendo levar até a esclerose múltipla.

 

O consumo de azeite, abacate, nuts, óleo de coco ou peixes mais gordurosos podem ser muito vantajosos para a saúde cerebral.

Você provavelmente já ouviu falar no Ômega 3 – um ácido graxo presente no salmão, semente de chia, linhaça e diversos alimentos. Essa fonte de gordura é considerada antiinflamatória e muito importante para manutenção da função cognitiva, regulação de humor e funções gerais do metabolismo. Seu consumo, entretanto, atualmente é muito baixo, levando a um desequilíbrio na alimentação, deixando-a mais inflamatória.

Devemos investir em alimentos ricos em ômega 3 ou até mesmo suplementá-lo para alcançar bons níveis, pois o baixo consumo pode gerar depressão e até mal de Alzheimer.

 

Além do açúcar, devemos nos manter longe de alimentos refinados, como pães brancos, farinha, massas e etc. O espaço deve ser dado a carboidratos integrais e ricos em fibras. As raízes devem ser consumidas com maior frequência, substituindo-se o pão do café da manhã pela mandioca, batata doce ou até mesmo a banana da terra. Devemos manter um equilíbrio de todos eles para evitar oscilações da glicemia, ou seja, manter os níveis de açúcar no sangue em níveis estáveis, sem picos e quedas acentuadas.

 

Sabe aquele pãozinho que é servido de couvert nos restaurantes? É uma excelente pegadinha. Seu consumo antes das refeições aumenta os níveis de serotonina levando a uma sensação de felicidade e euforia, com consequente aumento da fome e um consumo ainda maior de outros alimentos. Evite estes beliscos que antecedem as refeições. Sente-se com calma e faça uma refeição em paz e com atenção.

 

O momento das refeições é um dos mais importantes do dia e deve ser feito como um ritual sagrado. Não devemos ter distrações provenientes de televisões, músicas ou leituras. . É necessário que façamos a refeição com nossa atenção toda voltada ao prato, de modo a que possamos sentir as sensações que os alimentos provocam em nós: saciedade, fome, prazer, o sabor, os temperos utilizados …

 

Evitar estimulantes do cérebro também é importante na diminuição da ansiedade. A cafeína atua no sistema nervoso central, deixando-nos mais agitados e, consequentemente, mais ansiosos. Além disso, ela interfere no sono e bloqueia o fluxo sanguíneo para o cérebro, diminuindo a função cerebral e aumentando tensão muscular. Seu consumo deve ser limitado, de preferência, até as 18hrs, de modo que a qualidade do seu sono noturno seja protegida.

Uma opção são bebidas calmantes como os chás infusos de ervas, levando-se em conta que alguns deles, como o chá verde, possuem cafeína e podem ser estimulantes para pessoas com baixa sensibilidade. Bebidas mornas tendem a acalmar os ânimos e trazer sensação de aconchego, razão pela qual aquele famoso leite quente antes de dormir é tão reconfortante.

 

Alimentar-se estimula secreção hormonal, controla a ansiedade ou desperta ainda mais desejos, por isso é necessário que se nutra ao invés de simplesmente ingerir comida.

 

Os melhores alimentos para o cérebro são aqueles com mais antioxidantes e maior poder antiinflamatório, como as amêndoas, maçãs, uvas, aspargos, abacate, salmão, espinafre, chá verde, frutas vermelhas, inhame, batatas, limão, aveia e muitos outros. Cada um deles com sua particularidade, mas todos com excelentes funções para o corpo.

 

 

Voce é muito mais do que você come…

Além disso, você come de acordo com o que você sente, então não é simplesmente o que você come que irá influenciar no seu peso ou no seu emocional.

 

Comer com calma, paz, prazer e felicidade, traz ao corpo calma, paz, prazer e satisfação. Comer com angústia e medo, traz ao corpo taiss sensações e a repercussão será negativa.

 

Por mais que um alimento seja extremamente saudável e poderoso, se for consumido com medo ou “neura”, não será aproveitado da melhor forma e seu valor nutricional passará a ser vazio.

 

É o que acontece nos transtornos alimentares, em que o consumo de alimentos está sempre relacionado a sentimentos de culpa, punição ou restrição. Por mais que um alimento possa ser bem aproveitado pelo corpo, terá sua eficácia invalidada, pois tais sentimentos são mais fortes.

 

Comer com felicidade é importante, pois a comida é uma forma de fortalecer relações, estreitar laços, celebrar e curtir a vida.

Seja feliz com suas escolhas. Use a nutrição a seu favor e suas emoções serão controladas. Escolha alimentos saudáveis e eleve sua espiritualidade. Regre sua vida e tenha prazer em ter um estilo de vida saudável.

 

“Alimente sua mente com pensamentos saudáveis para que seu corpo possa refletir saúde.”

Comments  / 2

Deixe uma resposta

Your email address will not be published. Website Field Is Optional